A palavra para descrever a consulta e o acompanhamento com o Diogo é REAL. Ele é atencioso e claro, sem rodeios. E trabalhar com alimentos reais, com uma rotina real do paciente, torna o tratamento mais fácil e sem utopias.
Cardápio, o ChatGPT monta. Dieta do TikTok, qualquer um copia. Construir uma rotina que funciona quando a vida aperta, isso é outra coisa. É nisso que a gente trabalha aqui.
Eu trabalhei com consulta tradicional por anos. E não é que ela seja ruim. Ela é boa pra diagnosticar, pra montar uma estratégia, pra entender um caso. Eu ainda atendo nesse formato pra quem precisa de algo pontual.
Mas pra quem quer mudar de verdade, emagrecer e manter, vencer a compulsão, organizar a alimentação na rotina da vida, a consulta sozinha não dá conta.
Não porque é inútil, mas porque o que você quer mudar não acontece em uma hora de consulta. Acontece todo dia, na decisão de almoçar fora no meio da semana, no churrasco da família, no estresse do trabalho que te empurra pro doce às 22h.
O problema nunca foi você não saber o que comer. Foi não ter ninguém do seu lado te acompanhando e ajustando a rota quando você precisa.
Eu chamo isso de momento crítico. É o ponto onde a maioria dos processos morre. O paciente come algo fora do plano, sente que estragou, e na cabeça dele tudo virou pó. Mas a verdade é que não estragou nada. O peso que ele coloca naquele erro é desproporcional ao tamanho real do erro.
O que separa quem mantém de quem abandona é o que acontece nas 48 horas seguintes. Quem tem alguém do lado nesse momento, retoma. Quem está sozinho, abandona.
Aqui, ninguém atravessa o momento crítico sozinho.
Já adianto que minha linha é essa:
Aqui não tem dieta restritiva.Cardápio insustentável até IA monta, é só pedir 900 kcal e pronto.
Nem terrorismo nutricional.Leite NÃO inflama, arroz NÃO engorda, adoçante NÃO causa câncer.
Eu valorizo "comida de verdade".Sem listas absurdas de suplementos e fórmulas manipuladas. Só o que faz diferença real.
Uma anamnese completa pra entender sua história, sua rotina e sua relação com a comida. Você responde com calma, no seu tempo. Antes de qualquer plano, eu preciso conhecer quem você é.
Primeiro encontro pra alinhar objetivos, tirar dúvidas e desenhar o caminho. É aqui que a gente começa a conversa de verdade.
Construído a partir do seu caso, dos seus horários, do que você gosta de comer e do que cabe na sua vida. Eu assino e reviso a cada ajuste. Não é cardápio genérico nem planilha pra você seguir sozinho. Tem pessoas e processos pra te ajudar em cada passo.
Check-in semanal pra entender como sua rotina está fluindo, o que travou, o que precisa ajustar. Toda semana a gente afina os detalhes pra você não ficar parado entre uma fase e outra.
Em pontos-chave do processo, a gente para. Olha o que evoluiu, o que travou, e redesenha a próxima fase. É aqui que muita gente percebe o quanto já mudou. E é aqui que a gente decide o próximo nível.
Quando o erro acontece (e vai acontecer), você tem suporte. Você não vai esperar a próxima consulta pra retomar. Aqui o processo se sustenta porque ninguém atravessa o momento crítico sozinho.
Ao fim do planejamento de 3 ou 6 meses, a gente faz uma avaliação completa: o que mudou, o que você aprendeu, o que foi conquistado. É o momento de medir o resultado de verdade e desenhar o que vem depois, seja pra continuar evoluindo ou pra você seguir sustentando sozinho.
Ao final do processo, o que fica não é uma “dieta no papel” pra você seguir. É um repertório de decisões e hábitos que você leva pra vida toda.
o que ninguém te ensina numa consulta de uma hora.
Eu acompanhei mais de 2.000 pessoas. Peguei quem teve resultado de verdade, que conseguiu emagrecer e manter, e estudei o que essa galera tinha em comum.
Não era só força de vontade. Não era só uma dieta certa. Não era só genética.
Era um conjunto de habilidades que essas pessoas desenvolveram ao longo do processo. Habilidades não se aprende em consulta de uma hora. Habilidades que você só constrói com tempo, repetição, erro, ajuste.
Por isso o acompanhamento existe. É o tempo que você precisa pra esse repertório se instalar de verdade.
Olha algumas habilidades que a gente trabalha juntos:
Almoço de trabalho, restaurante com a família, lanchonete no meio da tarde. A maioria dos planos quebra fora de casa. Você precisa aprender a escolher sem se sabotar e sem virar a pessoa chata da mesa.
Sábado e domingo são onde a maioria desiste. Não pelo que come, mas pelo que pensa que comeu. Você precisa saber aproveitar sem sentir que jogou a semana fora.
Casamento, aniversário, churrasco, viagem. Eventos não são exceção, são parte da vida. Você precisa aprender a passar por eles sem precisar se isolar nem desistir do processo.
Esse é o ponto que separa quem mantém de quem abandona tudo. Errou? Ok. O que você faz nas 48 horas seguintes decide tudo. Você precisa aprender a sustentar o hábito de retomar antes que o erro vire desistência.
A comparação é o motor mais silencioso da desistência em 2026. Cada um tem uma jornada, uma rotina, um corpo, uma história. Você precisa aprender a olhar pra você mesmo, comparar você de hoje com você do começo do processo, e seguir o seu ritmo com honestidade.
Esse repertório é o que fica. Quando o acompanhamento termina, é isso que você leva. Não uma dieta no papel. Habilidades que você aplica pelo resto da vida.
Faz sentido pra você?
Consulta é um encontro pontual. A gente conversa, eu monto um plano, você vai embora com um caminho pra seguir. Funciona pra quem precisa de algo específico e tem autonomia pra seguir.
Acompanhamento é o processo completo. Planejamento feito em etapas pra sua rotina, check-ins semanais, suporte quando algo trava, sessões estratégicas pra avaliar a rota. É pensado pra quem quer mudar e aprender de verdade, e sabe que isso não acontece em uma hora de consulta.
A gente parte do princípio que ninguém segue 100%, e isso não é o problema.
Antes do planejamento, vou fazer um estudo aprofundado pra eu entender o que já deu errado pra você antes. Eu não vou repetir caminho que você já tentou e não funcionou.
A estratégia é construída com alimentos que você consegue comer, comprar e preparar, nos horários que sua rotina permite.
Aliás, planos de 3 ou 6 meses servem exatamente pra te resgatar quando você achar que tudo desandou. Porque vai ter dia que vai desandar, e o trabalho semanal é justamente isso: ajustar, retomar, e te manter no caminho mesmo quando você acha que está perdido.
O plano é construído a partir da sua rotina, não contra ela. Se você almoça em restaurante, viaja a trabalho, tem reunião na hora do almoço, isso entra na conta. O processo não te pede pra mudar a vida pra caber na dieta. Ele monta a dieta pra caber na vida que você tem.
Eu, Diogo, realizo o estudo do caso, elaboro o planejamento e conduzo todas as consultas. O acompanhamento próximo, semana a semana, é feito pela equipe que eu treinei. Todo plano passa pela minha revisão e leva a minha assinatura. Você nunca está sozinho, sempre há alguém acompanhando de perto o seu caso.
Não atendo direto por nenhum plano, mas eu emito nota fiscal de todos os atendimentos. Alguns planos fazem reembolso parcial ou total a partir dela. Vale verificar com o seu plano antes.
A forma como eu trabalho aqui é diferente da consulta tradicional coberta por plano. O acompanhamento é contínuo, com suporte semanal e equipe de apoio. Não é só consulta isolada como você conhece.
Não. Esse acompanhamento é pra quem quer entrar num processo que resolva o problema de vez, aprender a sustentar o resultado e topa fazer parte ativa disso, com diálogo, feedback e contato semanal. Pra quem busca dieta de 15 dias, atalho ou solução rápida, eu não sou a pessoa certa pra ajudar. A gente conversa primeiro pra entender o que faz sentido pra você e o que está buscando no momento.
Se chegou até aqui, talvez faça sentido a gente conversar.